quarta-feira, 11 de maio de 2011

Filho Pródigo

Pai eu pequei contra o céu e contra Ti
Pedi minha herança e parti
Parti para muito longe, longe do teu amor
De um reino de abundância para um mundo de ilusões

Eu achava que viver era sentir
O calor de paixões que não se pudessem proibir
Emoções de um coração vazio sem amor

Arrependido eu estou
Quero ao lar do pai voltar
Já não sou digno de ser chamado filho teu
Faz-me como um servo teu
Que tem abundância de pão

E o pai ainda longe o avistou
Cheio de compaixão, correndo o abraçou
E o beijou, cheio de amor
E o pai porém disse aos seus servos
Trazei depressa, a melhor roupa e vesti-o
E ponde-lhe um anel no dedo e sandália nos pés
Matai um bezerro e comamos

Meu filho estava morto e reviveu
Estava perdido e foi achado
E começaram a alegrar-se, o filho voltou

Para a Senhor

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