segunda-feira, 12 de dezembro de 2011

O Livro de Malaquias

O próprio Amor diz: Eu vos tenho amado. E cheia de arrogância a ignorância responde: Em que nos tem amado? A Fidelidade mostra marcas no próprio corpo, que marcam um amor sempre fiel. Com toda infidelidade coberta de circuncisão, chama-se de infiel quem não poupou a própria vida. Honra-se a tudo que se chama de senhor, e não "sobra" honra para o Senhor dos senhores. Ele faz aliança de vida e paz, em troca observa o pecado assalariando com morte os que promovem a guerra. Sendo o próprio Caminho, vê o tropeço da violação da sua própria instrução. Quem sem manchas amou, recebe a notícia de que quem foi amado casou com adoradora de deus estranho. O altar coberto de lágrimas está, porém Ele já não pode mais aceitar com prazer o que venha destas mãos desleais e divorciadas da veradeira aliança. E ainda assim pensais: Em que o enfadamos? Ele envia o Seu mensageiro, mas quem suportará a Sua vinda? Ele é fogo do ourives e potassa do lavandeiro. Ele denuncia um crime: Foi roubada a casa do tesouro! Não há rendição. Pergunta-se como se nada tivesse acontencendo: Roubamos? Ele responde: Venham à casa do tesouro, provai-me nisto, eu abro os céus e sem medida mostro como que amor o próprio amor ama. Sereis particular tesouro. Assim diferencio justo e perverso. O que serve e o que não serve. O Senhor dos Exércitos dará conta de julgar o perverso. Brilhará o sol da justiça! Poderá o ímpio resistir? Poderá o justo não brilhar com Ele? Pais e Filhos convertidos ao Seu coração. Vem Senhor trazendo salvação nas suas asas.

No Deus de Malaquias
Andre Luiz

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